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Pontos tradicionais da capital mineira se transformam em dia de folia

O Carnaval de Belo Horizonte é só festa! Tem folia o dia todo e por todos os cantos. Tem bloquinho e tem blocão. Essa é a pegada da festa por aqui. Mas bom mesmo é poder aproveitar a folia para (re)conhecer a cidade. Afinal de contas, história, cultura e, claro, gastronomia são alguns dos atrativos imperdíveis para quem vem por aqui durante o Carnaval (e o ano todo). 

Quer saber como foliar e turistar ao mesmo tempo? Montamos um roteiro especial pra você perceber como a festa transforma alguns dos pontos mais importantes da cidade e pra você saber a melhor forma de aproveitar cada momento. Confira as dicas e vai ser feliz.  

Samuel Mendes / Acervo Belotur

O roteiro começa pela Praça da Liberdade. Recém-restaurada, ela é um dos melhores exemplos da variedade de estilos arquitetônicos que fazem a história da cidade. Seus jardins são inspirados no francês Palácio de Versalhes, mas o entorno tem prédios que vão da art déco ao pós-modernismo, passando por belíssimos projetos de Oscar Niemeyer.

Criada para ser a sede do poder mineiro, hoje ela abriga um circuito cultural, com museus, centros culturais, teatros e cafés. Durante a folia, a praça se torna um dos principais pontos de aquecimento para os blocos que circulam pela região Centro-Sul. Então a dica é chegar um pouco antes do batuque começar para curtir o lugar.

Com bloco ou sem bloco, siga pela avenida João Pinheiro até a avenida Afonso Pena. Você vai chegar ao principal corredor do centro econômico da cidade. Era por ali que os primeiros foliões desfilavam em carroças improvisadas, no fim do século 19. E é onde, hoje, os grandes blocos arrastam multidões ladeira abaixo, em direção à Praça Rio Branco. As escolas de samba e os blocos caricatos também se apresentam nesse ponto.

André Fossati / Acervo Belotur

A região tem dois atrativos imperdíveis: o Palácio das Artes e o Parque Municipal. Na verdade, um está geograficamente dentro do outro. O primeiro é nada menos do que maior centro de produção, formação e difusão cultural de Minas. Com projeto original de Oscar Niemeyer, redimensionado posteriormente pelo arquiteto Hélio Ferreira Pinto, trata-se de um complexo com um grande teatro para 1.700 pessoas, salas multiúso e galerias que recebem exposições de arte, além de uma livraria e um café.

Ao redor da arte, natureza. O maior parque natural de Belo Horizonte está bem ali, no centro da cidade. São mais de 180 mil metros quadrados de jardins, lagos, orquidário, parque de diversões e um teatro, o Francisco Nunes. Se quiser dar uma pausa no percurso, esse é o refúgio perfeito. Entre, caminhe um pouco pelos corredores verdes, descanse em um dos bancos e recupere as energias para seguir na folia. Ainda tem muita festa pela frente!

Saindo do parque, siga alguns metros até a Praça Sete. Pronto! Você chegará ao coração da cidade. Por ali passam milhares de pessoas todos os dias. E durante o Carnaval não é diferente. O encontro das avenidas Afonso Pena e Amazonas é rota de passagem para diversos blocos que cruzam a região central. A dica por ali é admirar o inconfundível obelisco de granito, construído para homenagear o centenário da Independência do Brasil, em setembro de 1922. O famoso “pirulito” está cercado por um conjunto de arranha-céus imponentes.

Samuel Mendes / Acervo Belotur

Em meio aos gigantes, no quarteirão entre a avenida Amazonas e a rua Carijós, há uma joia. O Cine Theatro Brasil, construído na década de 1930, em estilo art-déco, já foi um dia o maior prédio da cidade. Hoje, funciona como um centro cultural com teatros, sala de cinema, galerias de arte e espaço de eventos. Lindo, não?

Hora de partir para a próxima parada! Siga a pé pela lateral do Cine Theatro Brasil, na avenida Amazonas. São cerca de 600 metros até a Praça da Estação (ou Praça Rui Barbosa). Você verá uma grande esplanada e, ao fundo, a imponente Estação Central Ferroviária. O prédio abriga, atualmente, o Museu de Artes e Ofícios, o primeiro espaço do Brasil inteiramente dedicado ao tema do trabalho.  

André Fossati / Acervo Belotur

A Praça da Estação é um ponto crucial para a história de Belo Horizonte e do Carnaval. Foi ali que a cidade começou a ser construída, em 1897, e onde, mais de um século depois, ganhou força o movimento de retomada do Carnaval. Se você está procurando agito, esse é o lugar certo para colar todos os dias da folia.

Topa mais uma parada? O caminho agora é rumo à região norte!

Foto: Click Estúdio Profissional / Acervo Belotur

Lá, você vai conhecer o Conjunto Moderno da Pampulha. A famosa lagoa rodeada por prédios e monumentos projetados por Oscar Niemeyer faz parte do roteiro surpreendente de Belo Horizonte. Atualmente, o Conjunto integra a Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO na categoria de Paisagem Cultural.

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