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Sabe quando a gente diz que Carnaval de Belo Horizonte tem tradição? Pois é, a folia por aqui tem até rei, rainha e princesa! O trio faz parte da Corte Momesca, que durante a festa recebe a chave simbólica das mãos do prefeito e se torna a responsável por manter em alta o espírito carnavalesco entre os foliões.

Eleita todos os anos por meio de concurso aberto aos moradores da cidade, a realeza cumpre uma agenda extensa de compromissos durante o período oficial do carnaval, participando dos desfiles de escolas de samba e blocos caricatos e de alguns blocos de rua.

Mas não para por aí. Ao longo de todo o ano eles mantêm a majestade, realizando ações em creches, asilos, escolas e outras instituições. Ficou curioso? Então, que tal conhecer um pouco mais sobre o perfil dos representantes da Corte em 2019? Dá só uma olhada:

Rafael Eduardo – Rei

Professor de Educação Física, ator e dançarino, o rei momo tem apenas 29 anos, mas esbanja experiência quando o assunto é Carnaval. Este é o terceiro reinado dele, que já foi majestade em 2012 e 2017.  “O pessoal me chama de Billy Elliot brasileiro”, brinca Rafael ao falar sobre sua trajetória. Criado em meio a uma família de militares, o artista escolheu desde cedo romper a tradição, seguindo pelo caminho da dança. Integrou o grupo Guararás e hoje é coreógrafo e diretor artístico do Feijão Queimado,  agremiação que se dedica à dança junina. A carreira como carnavalesco surgiu da vontade de unir arte e folia. Em 2011, ele foi destaque dos desfiles de escolas de samba, em BH, e nunca mais saiu desse universo. “Essa energia do Carnaval é maravilhosa, a possibilidade de estar com o povo, isso me motiva e a adrenalina vai lá em cima”, completa.

Nathália Moreno – Rainha

Natural de Contagem, a rainha da folia também tem carreira dedicada à dança e à educação. Com 29 anos, essa é sua primeira vez no posto máximo da realeza. Em 2015 e 2017, ela foi princesa da corte. Professora de Educação Física em escolas e academias de Belo Horizonte, ela divide a rotina entre a paixão pelos alunos e pelo samba. “Meu avô era pandeirista, então o gosto pela música veio por conta dele. Agora, o Carnaval me levou além, é quem eu sou. É uma relação de troca tão forte que eu me sinto completa”, confessa. Apesar de os pais não serem fãs da folia, ela diz que a família e o noivo são os maiores suportes para ela seguir adiante.

Raquel Dutra – Princesa

Cozinheira, ex-cabeleireira, mãe, bi-campeã mineira de kung fu. O perfil nada convencional da nova princesa da Corte chama a atenção. Com 42 anos, acima da média entre as concorrentes, ela rompeu estereótipos e venceu o concurso com muita simpatia e samba no pé. “Eu cheguei para romper padrões. Muitas colegas têm vontade de participar da Corte, mas ficam receosas em relação ao corpo e à idade”, conta. Natural de Belo Horizonte, essa é sua segunda participação no concurso e a primeira vitória. Apesar da estreia, o Carnaval não é nenhuma novidade para ela. No ano passado, desfilou em duas escolas. “O samba nasceu dentro de mim. Minha família sempre esteve ligada à dança”, conta. Não por acaso, ela diz que o filho, de 15 anos, é seu maior incentivador e adora vê-la esbanjando alegria por aí.

Gostou de conhecer um pouco mais da Corte Momesca? Se liga nos nossos perfis do Instagram (@carnavaldebh) e Facebook (@carnavaldebh) que eles estarão em ação pela cidade, em uma série de vídeos até o início da folia.

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